domingo, 21 de outubro de 2012

O primeiro festival...

Kasabian: ausência sentida
... a gente nunca esquece. Mesmo que a banda responsável por você ter desembolsado um valor considerável para comprar o ingresso tenha cancelado um dia antes do show. Sergio Pizzorno, guitarrista do Kasabian (na foto, o segundo da direita para a esquerda), ficou muito doente e não pôde nem embarcar para a América do Sul. Além de perder uma das bandas britânicas mais legais da atualidade, meu lado groupie ficou desapontado. Mas vamos ao que interessa: as bandas e artistas que consegui ver no Planeta Terra.

Best Coast: legal
Chegando
A estação Butantã é uma dádiva. A quinze minutos do Jockey Club, me fez economizar tempo e dinheiro para ir e voltar. Chegando ao festival, Mallu Magalhães estava no meio da apresentação. Eu respeito que ela seja uma artista jovem que compõe, canta e toca vários instrumentos, mas suas músicas são muito chatas. Depois dela, no palco principal, foi a vez do Best Coast, dupla californiana com um som que lembra bastante Weezer e Nada Surf. É bem legal e tem estilo de música de trilha sonora de filme adolescente, mas depois da metade do show cansa um pouco e parece tudo igual.

The Maccabees: legal 2
Cinco caras gatos
Corri para o palco indie conferir The Maccabes, banda que ouvia mais no início, em 2007. A primeira coisa que me chamou a atenção é como são gatos, minha nossa! O repertório e a apresentação foram muito bons, e os integrantes estavam tão entusiasmados quanto o público. Compensou a cover meia boca que fizeram de uma música do Black Keys (e não tocaram, ainda bem).


Suede: só nos clássicos
Veteranos
O Suede fez uma apresentação eficiente, com seu britpop revigorado. Brett Anderson não é mais aquele jovem quase andrógino dos anos 1990, mas o jeans continua apertado. Foi um show para ouvir hits como Can't Get Enough, Animal Nitrate e, claro, Beautiful Ones. O show seguinte foi do Garbage. Não sendo fã da banda, quis dar uma chance e, caso não curtisse, iria para o palco indie ver The Drums. Não deu outra: Shirley Manson começou a cantar um rap na terceira música e eu me mandei.

The Drums: despretensioso e dançante
The End
Tinha ouvido apenas uma música do The Drums, que foi suficiente para me fazer querer vê-los ao vivo. Foi um show bem dançante, despretensioso e divertido. Quando acabou, já estava muito cansada e queria ir embora, mas bateu a curiosidade de ver pelo menos o começo do Kings of Leon - banda que acho bastante chata. A única que queria ouvir, Molly's Chambers, abriu o show, e eu vi mais duas músicas antes de deixar o Jockey Club e ir para casa. Mas o que mais impressionou foi constatar como o vocalista Caleb Followill envelheceu em tão pouco tempo: sua imagem no telão mostrou a calvície avançada e uma cara de cansaço. Os irmãos dele, ao menos, continuam bonitos.

2 comentários:

Aline-NC disse...

Também acho que vale como experiência ir conhecer esse formato de espetáculo - desde que você pelo menos goste um pouco de alguma das bandas :)
Eu fui no TIM Festival há alguns anos (2008?) mas não foi a mesma coisa, festival MESMO foi o Lollapalooza de 2011. Curti muito principalmente quando não estava tão cheio! Bandas novas, a liberdade de sentar na grama e ver de longe o palco, lanchar ali, não ter fila em banheiro e pra comprar bebida... Depois vira a zona que conhecemos. Mas valeu. Já pro segundo, não me animei ainda :)

Garota no hall disse...

Estou super-ansiosa pro Lolla 2013. Vai ter Black Keys! Vai ser meu segundo festival e espero que não ocorra nenhum imprevisto como no Terra.